Rondônia, 17 de Fevereiro de 2026
Após reunião com Hugo Motta, oposição indica Coronel Chrisóstomo para presidir CPI ou relatar CPMI do roubo dos aposentados

Após reunião com Hugo Motta, oposição indica Coronel Chrisóstomo para presidir CPI ou relatar CPMI do roubo dos aposentados

 












Publicada em 29/05/2025

Questionado se teme pressões por parte do governo ou do Supremo Tribunal Federal (STF), Coronel Chrisóstomo foi direto: “Não temo qualquer tipo de pressão, nem de forma direta nem agora sob o pretexto de uma suposta atuação ‘democrática’ por parte do STF.

O Parlamento é soberano e tem o dever de investigar quando há indícios graves contra a população, como é o caso dos aposentados.

A oposição na Câmara dos Deputados se reuniu nesta terça-feira (27) com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e apresentou o nome do deputado federal Coronel Chrisóstomo (PL-RO) para liderar os trabalhos de investigação sobre irregularidades no INSS. Caso a apuração seja instaurada como Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara, o parlamentar será indicado para presidir o colegiado. Se a comissão for instalada como Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), no Congresso Nacional, Chrisóstomo deverá ser o relator.

A comissão, apelidada de “CPI do roubo dos aposentados”, é de autoria do próprio Coronel Chrisóstomo e já ultrapassou 200 assinaturas. A proposta tem como objetivo apurar atrasos, fraudes e possíveis desvios de recursos na concessão de aposentadorias e outros benefícios previdenciários por parte do INSS.

Durante a reunião com Hugo Motta, também foram discutidos outros temas de interesse da oposição, como a urgência na votação da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro, a revogação do novo IOF sobre operações de câmbio e a convocação de uma comissão geral para debater a atuação das big techs.

Ao ser questionado se teme pressões por parte do governo ou do Supremo Tribunal Federal (STF), Coronel Chrisóstomo foi direto: “Não temo qualquer tipo de pressão, nem de forma direta nem agora sob o pretexto de uma suposta atuação ‘democrática’ por parte do STF. O Parlamento é soberano e tem o dever de investigar quando há indícios graves contra a população, como é o caso dos aposentados.”

A definição sobre o formato da comissão — se CPI na Câmara ou CPMI no Congresso — segue em discussão entre os presidentes das duas Casas Legislativas. Enquanto isso, a oposição mantém a articulação para garantir a instalação da comissão e a condução dos trabalhos por Coronel Chrisóstomo.

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